21 de maio

Diretor da NOVA Medical School, Professor Jaime Branco, destaca a rapidez e eficiência com que as Escolas Médicas Portuguesas lançaram um vasto e complexo programa de ensino e avaliação a distância revelou-se suficiente para cumprir os objetivos então definidos
SOL

13 de maio

Estudo português, que envolveu investigadores da NOVA Medical School, mostrou que a população portuguesa tem uma prevalência superior à média europeia de algumas alterações genéticas que levam a uma predisposição para o défice de vitamina D, carência esta que “deixa as pessoas mais vulneráveis aos efeitos da doença da Covid-19”
Observador

Dia Mundial da Saúde: tributo aos profissionais

7 abr 2021

Jaime C. Branco
Médico Reumatologista
Diretor da NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas da Universidade NOVA de Lisboa

O Dia Mundial da Saúde celebra-se, desde 1950, a 7 de abril, por escolha da primeira Assembleia da Organização Mundial da Saúde (OMS). Todos os anos, a OMS seleciona o principal tema que quer ver debatido, de acordo com as suas prioridades. A escolha para 2021 – Trabalhadores da Saúde e Cuidadores – é oportuna e de inteira justiça.

Considerando a pandemia, os profissionais de saúde, logo a seguir aos doentes graves e a todos os que perderam o trabalho e/ou rendimentos, foram aqueles que, de entre toda a população, mais sentiram e foram afetados por esta enorme e ameaçadora emergência global de Saúde Pública.

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Idosos confinados – para que a emenda não venha pior que o soneto

9 mar 2021

Jaime C. Branco e Helena Canhão
NOVA Medical School

É sabido que Portugal, em Fevereiro de 2020, tinha uma das populações mais envelhecidas da Europa. E que os nossos idosos, apesar de viveram tantos anos como os que residiam no Norte da Europa, apresentavam piores índices de bem-estar nos últimos anos de vida.

Os níveis de transmissibilidade e alta gravidade causada pela infeção pelo vírus SARS COV2 tornaram evidente a necessidade de confinamento e distanciamento social para todos, com especial relevância nos idosos. Para os protegermos, diminuímos as interações familiares. Passámos a fazer-lhes as compras, visitas mais curtas, insistimos para que não saiam de casa. Medidas fundamentais para os proteger de um vírus que, com grande probabilidade, infetando-os, pode causar uma doença grave e até a morte.

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